Grace defende que instituições priorizem a conciliação na resolução de conflitos

Imprimir: Grace defende que instituições priorizem a conciliação na resolução de conflitos Compartilhamento: Grace defende que instituições priorizem a conciliação na resolução de conflitos Grace defende que instituições priorizem a conciliação na resolução de conflitos Grace defende que instituições priorizem a conciliação na resolução de conflitos Grace defende que instituições priorizem a conciliação na resolução de conflitos
Publicado : 17/11/2017 - Atualizado às : 14:25:14

As instituições públicas devem priorizar a conciliação na resolução de conflitos, defendeu a advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça. A declaração foi feita nesta sexta-feira (17/11), durante a palestra de encerramento do seminário “O Processo Civil Contemporâneo – Estudos Comparados Itália Brasil”, em Roma, na Itália.

“Enquanto advocacia de Estado, trazemos para nós a responsabilidade do diálogo e avançamos em mesas de negociação buscando contribuir no alcance de soluções pacíficas para conflitos”, destacou a ministra, enfatizando o papel da AGU na busca da conciliação.

Grace pontuou, ainda, a importância do intercâmbio de conhecimentos entre as advocacias de Estado do Brasil e Itália, ressaltando as práticas em comum e elogiando a iniciativa do diálogo envolvendo os dois países.

O evento

O seminário “O Processo Civil Contemporâneo – Estudos Comparados Itália Brasil” teve início na última segunda-feira (13/11), reunindo membros da AGU, magistrados e advogados privados para discutir e comparar doutrinas dos direitos brasileiro e italiano.

Katarine Keit Faria, advogada da Procuradoria-Regional da União da 5ª Região (PRU5), participou do curso e elogiou a iniciativa. “O seminário acrescentou muito à nossa visão da advocacia de Estado e quero compartilhar essa experiência com meus colegas na Procuradoria, especialmente na busca da conciliação de conflitos do poder público com os administrados”, afirmou.

Já a diretora da Escola da AGU em São Paulo, Rita Nolasco, destacou o intercâmbio de conhecimentos no curso. “Foi uma experiência enriquecedora conhecer o direito italiano e fazer o diálogo e a comparação com o direito processual civil brasileiro, experimentar essa oportunidade de contato entre as duas academias, já que o nosso processo civil tem uma grande influência do processo civil italiano”, concluiu.


 
« Notícia anterior
 
Próxima notícia »