Procurador da Fazenda discute em livro uma nova postura para a advocacia pública

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Publicado : 24/06/2015 - Alterado : 25/06/2015

Arte: Roberto Ferreira/AscomAGU
Arte: Roberto Ferreira/AscomAGU
O procurador da Fazenda Nacional Igor Aragão Brilhante lançou, recentemente, a obra "Antimanual do Advogado Público". Com seis capítulos e 192 páginas, o livro faz uma análise da atuação da advocacia pública em juízo, com foco na adoção de uma nova postura de não-resistência processual por parte da Fazenda Pública.

O título da obra foi inspirado na peça teatral "Anti-Nelson Rodrigues", de autoria do famoso dramaturgo brasileiro. "Peguei de empréstimo essa provocação. A ideia que tentei expor é, de certo modo, uma resposta à tendência automatizante da atividade dos advogados públicos: a atuação da advocacia pública não pode se deixar levar por esse afã da burocratização e da produção em série, desconsiderando que o real objeto de trabalho dos advogados públicos nos processos judiciais é a vida das pessoas", explica Aragão.

Resultado de uma dissertação de mestrado do autor, a publicação é destinada aos advogados públicos, mas, segundo o autor, tem reflexões importantes para todas as demais carreiras jurídicas, como juízes federais e estaduais, membros do Ministério Público e advogados privados.

Sobre o autor

Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Ceará e mestre em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, com dissertação sobre a advocacia pública aprovada com distinção, Igor Aragão Brilhante é procurador da Fazenda Nacional desde 2006.

Leane Ribeiro

 
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